quarta-feira, 9 de julho de 2014

ZH 50 Anos

A ZH passa por uma profunda reformulação editorial, gráfica e de marca. Tanto no papel quanto no online, em tablets e nos celulares o público perceberá as mudanças, que fazem parte das celebrações dos 50 anos do jornal e dão início a um ciclo de reposicionamento e transformação. 
-Vivemos em um momento de grandes transformações a partir de dois grandes fatores. Um é o público, que está mudando seu jeito de se relacionar e de consumir informação, e outro é a tecnologia, que está provocando impactos gigantescos no nosso modo de viver. A transformação de ZH está fundamentada nessas duas premissas porque entendemos que, como veículo de comunicação, temos de ir à frente para atender as demandas do nosso público e, assim, nos mantermos relevantes e participantes desse momento de grande oportunidade que estamos vivendo – avalia Eduardo Sirotsky Melzer, presidente do Grupo RBS.
Uma das mexidas de maior impacto é na forma de se ler o jornal. Até hoje, as notícias estavam organizadas por “Política”, “Economia”, “Mundo”, “Geral”, “Polícia”, “Esportes” e “Segundo Caderno”. A partir de amanhã, ao invés de sete editorias serão quatro: “Notícias”, “Sua Vida”, “Esporte” e “Segundo Caderno”.



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Um pouco da história de ZH
  • 1964 – No dia 4 de maio circulava a primeira edição de Zero Hora, substituindo o Última Hora, fechado cerca de um mês antes. Criado pelo empresário Ary de Carvalho, o jornal funcionava na Rua Sete de Setembro, 788, no Centro de Porto Alegre.
  • 1965 – Zero Hora sofreu mudanças significativas de forma e conteúdo e passou a ter seu primeiro encarte: o Segundo Caderno.
  • 1967 – Jayme Sirotsky e Maurício Sirotsky Sobrinho se associam a Ary de Carvalho no jornal.
  • 1968 – Começaram os preparativos para a construção de uma nova sede que comportasse o ritmo de crescimento do jornal.
  • 1969 – A obra da nova sede do jornal na Av. Ipiranga, 1075 – onde funciona a redação até hoje – foi concluída.
  • 1970 – A então Rede Brasil Sul (RBS), atualmente Grupo RBS, assume o controle total de Zero Hora.
  • 1972 – Zero Hora inaugura um escritório em Brasília.
  • 1973 – Um incêndio, no dia 28 de março, destrói parte da redação e dos arquivos, consumindo mais de 2 mil negativos de fotografias. ZH não para. A redação se transfere para o Jornal do Comércio, onde a edição é impressa.
  • 1975 – Zero Hora passa a circular nos 232 municípios gaúchos, sendo reconhecida pelo Instituto Marplan como o jornal de maior venda avulsa no Estado.
  • 1980 – O periódico se torna o mais lido na Grande Porto Alegre, nos sete dias da semana.
  • 1984 – Tornou-se o quinto maior jornal do país, com mais de 3 milhões de exemplares vendidos por mês.
  • 1988 – Uma nova redação informatizada foi inaugurada, substituindo as velhas máquinas de escrever por computadores.
  • 1989 – Zero Hora, que já trabalhava com uma tiragem de 130 mil exemplares nos dias úteis e reunia um total de 30 mil assinantes, realizou uma significativa mudança gráfica a fim de tornar a leitura do periódico mais fácil e agradável.
  • 1995 – O jornal ingressou na internet e, em pouco tempo, passou a fazer uma reprodução online de 80% da versão impressa e a produzir conteúdo exclusivo para a plataforma digital.
  • 1997 – O parque gráfico foi ampliado e a empresa adquiriu uma nova rotativa, a Newsliner, que permitiu um salto em qualidade. No mesmo período, um complexo gráfico foi inaugurado em Cruz Alta para agilizar a impressão e a distribuição de Zero Hora no noroeste gaúcho.
  • 2000 – O processo de produção do jornal tornou-se totalmente digitalizado e Zero Hora passou a oferecer o primeiro serviço online de classificados do país.
  • 2005 – Zero Hora passou por uma nova reformulação gráfica, dando mais espaço às imagens.
  • 2007 – A equipe de ZH Online, que ocupava salas próprias, integrou-se à redação, e os profissionais passaram a produzir conteúdo de forma integrada para plataforma digital e versão impressa.
  • 2009 – Zero Hora inaugurou um novo complexo de impressão e distribuição, o Parque Gráfico Jayme Sirotsky.
  • 2009 – A partir de dezembro, ZH podia ser acessada a partir do Kindle, sendo o segundo jornal da América Latina a disponibilizar o conteúdo para leitura eletrônica no aparelho criado pela Amazon.
  • 2010 – Zero Hora inovou no jornalismo mundial com a publicação do primeiro editorial interativo em sua página online.
  • 2011 – O jornal lançou um aplicativo para a leitura do periódico e o acesso a conteúdos multimídia por meio do iPad, tablet da Apple.
  • 2012 – Zero Hora adota o paywall, forma de acesso ao conteúdo digital que convida o leitor a fazer uma assinatura digital quando ele atinge um determinado número de matérias acessadas mensalmente no site. ZH é o segundo jornal do país, depois da Folha de S.Paulo, a aderir à tendência, estratégia adotada por jornais em todo o mundo como nova forma de rentabilização e, com isso,  garantir a qualidade do conteúdo produzido.
  • 2014 – O jornal promove uma grande transformação em sua forma e conteúdo, ampliando o relacionamento com seus públicos e inovando em todas as plataformas.

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